domingo, outubro 28, 2007

The Matar (roubando de Bahia)

O show ontem do The Killers não poderia ter sido melhor. Foi foda. Ficar lá na frente, pulando o show todo até ficar desidratado. No final não dava nem pra ficar em pé direito. Nem um suco super gelado de Cacau repôs as energias.
Brandon Flowers não desafinou nenhuma vez e ainda cantou Bling, que Gaboo falou que não ia. Foi foda. The Matar.











terça-feira, outubro 09, 2007

A vida com ela é

Nelson Rodrigues certa vez publicou um conjunto de contos que retratavam os seres humanos como eles realmente são: gananciosos, mentirosos, libidinosos e sofredores. Nenhum defeito escapava da lupa posta em posição de análise sobre ele.
Pena que pessoas defeituosas e cotidianos banais só façam sucesso no campo da literatura. Nenhuma pessoa que se preze gostaria de analisar suas imperfeições e, muito menos, ser chocada com o estranho universo que é o outro à nossa frente.
Estamos pasteurizados e assim alteramos o mundo à nossa volta.
A celebridade na capa da revista não possui rugas, olheiras e nem mesmo gordurinhas em volta da cintura, ultra fina graças ao Photoshop. O Big Mac em sua bandeja está longe de ser tão grande ou bonito como o retratado no cartaz que fez sua boca aguar.
Gostamos de ser enganados e acabamos por enganar a nós próprios. Acabamos por escolher facetas que gostaríamos de propagar e as estampamos, junto com uma foto bem produzida, em um perfil do Orkut. Continuamos mentirosos, mesquinhos e sofredores, apenas não gostamos de demonstrar.
A vida retratada por Nelson Rodrigues pode não ser mais como ela era, mas as pessoas nunca deixarão de ser como elas são.

quinta-feira, setembro 20, 2007

Capas de livros

Como só pensamos merda, eu e mônica deicidimos títulos de nossas biografias. Fiz as capas. Esultados abaixo.
Alguém querendo publicar? uahuahahuaha



sábado, setembro 15, 2007

Street Fighter : The later years

Street Fighter: The Later Years
Simplesmente foda, mas ainda faltam lançar os últimos 3 episódios.

1


2


3


4

quinta-feira, setembro 06, 2007

Se parece fácil, nunca passou por isso
O doloroso processo
A dúvida latente
O medo dela
Seguido por ela

Era de se esperar que alguém se acostumasse
Depois de uma vida inteira
O mais pleno convívio

Tão próxima, ganhou um quê de companheira
E se ausente
Me surpreende sorrateira
Toda faceira

Com um sorriso roubado
Furto negligenciado
Do agora rosto sulcado
Por rio tão salgado quanto as águas do mar

Oh, rejeição
Por que só queres
Quem não te quer

quinta-feira, agosto 30, 2007

A nova tatuagem de Dudu

o/
O/
?
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Estou doente
o/\o
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Como eles se conheceram é difícil explicar. É fácil falar que o Dudu conheceu o Jonas durante uma prova em grupo de Física. Que Jonas e Paulo conheciam Ceará desde pequenos. E que Aníbal e Shoyo brincavam de se imaginar em uma banda grunge. Ou Punk. O que quer que fosse. Mas mesmo assim é quase impossível precisar o momento certo em que os 7 se tornaram conhecidos. Amigos. Família.
Mas aconteceu, assim como 2 + 2 são 4. Talvez tenha sido destino, como uma das namoradas de Paulo gostavam de imaginar. E talvez tenha sido... sorte. Mas a única certeza que se podia ter era que não foi azar. Porque isso a gente percebe logo de cara, e tudo e todos que não contribuíam com eles acabaram ficando pra trás, talvez aparecendo em uma foto em algum lugar, mas nunca presentes como um todo em suas vidas atuais.
E embora 2 + 2 sejam 4, o conjunto de sete jamais deu 7. Cada um com seu estilo, e o caráter exclusivo de cada. Cada qual com suas idéias. Os sete podiam ser 10, 15 e até 1.000, dependo da intensidade com que se vivia o momento. Podiam gritar e falar mais alto do que torcida de futebol. Bastava que um deles, ou todos eles, dessem um motivo. Podia ser alguma aventura sexual que deu errado, contada em uma mesa de bar. Ou a falta de alguma. O azar de algum conhecido deles, descrita em forma de tópico em algum e-mail que tratava da inserção do Brasil na América Latina. Alguma discussão esdrúxula sobre o que vendia mais, barbies ou susies, enquanto voltavam juntos de alguma aula chata de religião. Ou até mesmo a nova namorada esquisita de Aníbal, debatida em mesa redonda na biblioteca.
E embora eles tivessem a intensidade de 1.000 eles sabiam ser apenas 1. Quando Jonas acabou com sua namorada, todas as 50 vezes, eles estavam lá para consolar. Quando a mesma namorada esquisita largou Aníbal, deixaram de estudar para jogar futebol. Inclusive quando se reuniam para comemorar o simples fato de terem conseguido reunir os 7, em uma quinta-feira, em torno de uma mesa de bar, eles sabiam ser 1 só.
Mas dizer que eles se encorajavam seria sustentar uma mentira. Se Zé aparecesse um dia com um excelente plano para mudar de vida, os outros seis iriam criticar, debochar e descartar tal possibilidade, transformando-a em alguma enquête/brincadeira no e-mail do dia seguinte. Foi assim quando Ceará resolveu que queria trabalhar fora, Dudu quis virar ator, Zé mudou de faculdade pela terceira vez e Jonas decidiu que ia pra Roma.
Talvez o deboche e a crítica fossem formas de demonstrar a proximidade que existia entre eles. Eles se conheciam bem o suficiente para saber que a viagem pra Argentina em Julho jamais iria acontecer, pra saber que eles agora eram mais que amigos, eram uma família. E que passar a mão na cabeça de ninguém era sua função. E bola pra frente, porque o negócio era viver.
E como eles viviam. Bom Jesus e os caminhos perdidos por cima do morro, futebol americano em alguma praia em Angra, Kovak ou qualquer coisa parecida misturada com guaraná quente, filme com pizza na casa de Aníbal, ensaio de banda, Zé anunciando que era o mais bem preparado para ser rico, nossas gargalhadas e mais gargalhadas como resposta. “Bolota, me vê um parede”, Paulo, nem ninguém, esqueceria. Pular da pedra em Itacoatiara e sair correndo pro pronto-socorro tirar espinho de ouriço no pé, festa à fantasia no meio da semana, em ano de vestibular. Churrascos em Piratininga. Xelly na piscina, a confusão para arranjar um bar toda quinta. “Quando acaba o assunto fica o maior silêncio”, “Cheira minha virilha” e “Prima Donabella”. Touché toda semana pra ajudar a banda, “1,2,3,já” e a dancinha dos joelhos de Zé. As promessas que nunca se cumpriam de arrumar a casa de Dudu depois de tudo, tia cocota e o play de Jonaspaulo. Babynation, Porra Gorda Azul e Portal L. Mochilão pela Europa e a volta de carro pela avenida das prostitutas depois de sair do Orbital. Turbilhão e latinha de cerveja furada com a chave. Shoyo namorando a garota pela qual Dudu era apaixonado e Ceará sem falar com Jonas por causa de briga em chopada. Chopadas, dragonetes e a mulher com creme no cabelo que Aníbal pegou. A primeira vez de Jonas, acompanhado de Shoyo, Zé e suas perguntas obcenas em Ouro Preto, respondidas inocentemente por Dudu, Ceará e a lingerie de 100 dólares. As festas juninas e os sushis na casa de Shoyo. A tatuagem que eles planejavam fazer juntos.
Uma quinta-feira eles se encontraram no bar e discutiram a vida a dois de Aníbal e a idéia absurda de Paulo de se mudar para algum canto remoto da Europa. Dudu ficou bêbado e falou nada com nada e Shoyo foi embora cedo, antes de tudo começar. Zé chegou atrasado como de costume e Jonas filosofou sobre o último livro que começou a ler. Não sei se eles foram ou não pra casa de Ceará depois jogar videogame.
Na semana seguinte Zé não pode deixar a namorada, mas Aníbal apareceu junto com Ceará e Dudu. Na outra semana não deu pra ninguém ir, embora Dudu conseguisse sair um pouco mais cedo da faculdade. Ceará e Jonas se esbarraram um dia e em alguma quarta-feira Shoyo ligou para falar com Paulo. Se passaram 3 semanas sem ninguém aparecer no bar. Os e-mails começaram a rarear. A cada mês surgia alguma discussão sobre as namoradas poderem ou não ir, o que facilitaria muito as coisas. Se passaram 6 meses, com pequenos encontros esporádicos na rua, e conversas pelo telefone ou msn.
No final do ano Ceará começou a namorar. Zé foi estudar nos Estados Unidos e tentou manter contato por e-mail. Paulo não viajou, mas sumiu de vez. Aníbal virou professor e Shoyo casou cedo. Alguns dizem que Jonas foi pra Roma mesmo e que Dudu finalmente tenha virado ator de musical em Londres.
E então um dia os 7 finalmente se tornaram 7. 7 Indivíduos, com 7 trabalhos e 7 famílias. E tudo que restou dos 1.000 foram algumas fotos tiradas com o celular, alguns e-mail não apagados, e por que não algumas boas lembranças. Lembranças dos 7 que sempre foram muito mais do que o significado da nova tatuagem de Dudu.

terça-feira, julho 24, 2007

You Are the Ace of Diamonds

You are a lucky person, and you always seem to find yourself surrounds by pretty, shiny things.
You have a knack for success and money - though your skills can't really be learned or taught.

You shine in a room, and you a have a truly sparkling personality.
A true extrovert, you always are able to share a witty joke or the latest scandalous gossip.

While you do have an eye for bling, you are also quite generous.
A lot of wealth and luck comes your way. And you're not afraid to pass it on.

A gamble you should take: Sports betting

Your friends would describe you as: Captivating

Your enemies would describe you as: Greedy

If you lived in Vegas, you would be: A trophy wife or husband
Your Birthdate: March 3

You are more than a big ball of energy - you are a big ball of hyper.
You are always on the go, but you don't have a type a personality.
Instead of channeling your energy into work, you instead go for fun and adventure.
Witty and verbal, you can have an interesting conversation with anyone.

Your strength: Your larger than life imagination

Your weakness: You tend to be pretty scattered

Your power color: Lime

Your power symbol: Lightening bolt

Your power month: March

terça-feira, abril 10, 2007

Atenas











Atenas
Corfu (Grécia)


























Corfu